DA INSUSTENTÁVEL NECESSIDADE DAS DESCULPAS ESFARRAPADAS
Fotografia de minha autoria
DA INSUSTENTÁVEL NECESSIDADE DAS DESCULPAS ESFARRAPADAS
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Do fundo mais fundo desta indescritível nebulosa em que a traqueobronquite lançou o meu discernimento, pareceu-me ouvir algumas palavras do Dr. Francisco George – palavras preocupadas, sem dúvida – sobre a possível ineficácia da vacina contra a gripe, administrada este ano. Ainda mais cá do fundo, lembro-me de que isso todos nós já sabemos… os vírus sofrem mutações tão rápidas e imprevisíveis que só com muita sorte – ou um milagre daqueles que dão direito a missas em directo – poderiam garantir os prometidos 100% de eficácia… mas, adiante, que esta “nebulosa” deixa-me tão mais cansada quão mais me esforço por entender estas dúvidas quase transcendentais dos que estão à cabeça da nossa saúde pública e eu, com muito maior economia de esforço, recursos e tempo, penso que o extraordinário aumento dos índices de mortalidade, entre idosos e doentes crónicos, se deve àquilo que vai sendo óbvio para todos nós: centenas ou milhares de indivíduos desses grupos de risco, deixaram, há muito, de poder tomar as suas medicações habituais e, outros tantos desistiram mesmo de deslocar-se às consultas por não terem dinheiro quer para os transportes, quer para o pagamento das taxas moderadoras. Esta é uma realidade que só não vê quem não quer e que, sendo assumida, talvez possa vir a poupar alguns milhares – ou milhões? – de euros num estudo que todos sabemos ser supérfluo.
Mas isto digo eu, claro, que devo estar a delirar com a febre…. Ou não?
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Maria João Brito de Sousa – 29.02.2012 – 13.38h
mas às vezes a febre aquece o cérebro, e até fica a funcionar melhor...
ResponderEliminarOlá, "na primeira pessoa do singular"! Gostei do nick!
EliminarDevo estar a melhorar um bocadinho porque já vou sentindo a necessidade de vir até cá :) Até hoje, nem aos comentadores do meu blog dos sonetos eu conseguia responder decentemente... muito menos poetar!
Tenho estado praticamente isolada do mundo exterior porque não tenho tv, não consigo entender as notícias no ecrã do computador - perco-me toda ao fim de meia dúzia de palavras - e o rádio é velhote e faz uns ruídos de fundo que me deixam ainda mais arrepiada... mas sempre consegui ouvir esta "novidade" e não resisti a deixar a minha opinião, apesar de o português dever estar muito pobre.
Obrigada pela visita e até já!
Amiga
ResponderEliminarParece que em dois meses,morreu um número grande de pessoas com mais de 65 anos.
Coisa inédita! Os doentes crónicos, os doentes com cancro, estão a ficar sem medicação.
Os mais pobres olham as receitas e escolhem o que faz mais falta e não compram os restantes.
Não podem!...
Isto está uma situação muito grave e sem solução de momento, ou nos tempos mais próximos.
Não sei que dizer e nada posso fazer. O meu livro está a ser oferecido. Quem vai comprar?
A livraria melhor de Almada fechou! E isto é uma espécie de tumulo, onde estamos a tentar sobreviver.Amiga, possa Deus ajudar e tua filha se lembrar de ti.
Como sempre não entendo a Igreja!
As melhoras e não escrevas mais!
Abraço,
Maria luísa
É bem verdade, amiga! E as doenças crónicas têm um leque muitíssimo abrangente... são as dislipidémias, são doenças da coagulação sanguínea, as auto imunes em toda a sua vastidão, as cardiopatias, as dpocs, as daocs, as insuficiências renais, as diabetes 1 e 2, etc, etc, etc...
EliminarOlha, não sei o que me deu hoje que me voltei a sentir pior... e a minha filha acaba de me dizer que só cá pode vir amanhã. Paciência.
Um abraço grande, amiga.
Amiga
EliminarDevias ter ido para Medicina ou qualquer outra coisa relacionada com a saúde.
Te encontrei no Facebook ou sonhei?
As melhoras e fica quieta no teu lugar
sem sentir que és Poeta! Sei que não podes, mas te quero viva!
Mª. Luísa
Fui ao Face para "falar" com o meu sobrinho e a minha filha. Acabei por partilhar um comunicado da nossa Plataforma, mas mais nada pude fazer porque continuo incapaz de me concentrar por mais do que alguns segundos... é desconcertante e sinto-me estúpida, mas sei que é fruto das descompensações bioquímicas dos estados febris e dolorosos.
EliminarBeijo grande!
Amiga
EliminarSomos humanos
e sugeitos à doença e à morte.
Agora neste espaço
do nosso tempo
Temos de lutar por nós.
Luta por ti,
Apazigua os ânimos
de quem não sabe o que diz!
Melhoras,
Mª. Luísa
Acreditas que não sou capaz de pensar em lutar só por mim? Costumo dizer que "não fui programada para isso"... claro que estou a usar uma linguagem metafórica, mas só luto por mim mesma quando estou fisicamente muito mal. Nada, nada do que eu faça, visa apenas a minha satisfação pessoal. Se me não sentir útil dentro do que sei e posso fazer, nem sequer me sinto motivada para viver. Mesmo afirmando-me - e sendo - "um lobo solitário", não sei fazer nada senão em função... iria dizer da espécie a que pertenço, mas eu sinto que também "funciono" pelas outras espécies vivas.
EliminarAbraço grande!
Tu funcionas por todas as espécies vivas!
EliminarTe louvo por isso!
Beijos,
Mª. Luísa
Olá, amiga. Assim o sinto, por isso teria de o dizer. É muito gratificante, mas também muito doloroso... como a própria vida também o é.
EliminarUm enorme abraço, amiga.
Tudo quanto é justo e verdadeiro
Eliminaré doloroso!...
Mª. Luísa
Tens razão. Estamos conscientes de que nos vamos magoar, quando nos envolvemos demasiado, mas continuamos assim mesmo, porque é justo, porque é verdadeiro, porque não ficaríamos em paz connosco mesmos se o não fizéssemos...
EliminarAbraço grande!
=)
ResponderEliminarOlá! Então está melhor?
Nem de propósito acabei de falar sobre este tema no blogue "Não me pisem os calos"!!
Adamos em sintonia. Concordo consigo se calhar também estou com febre, mas esta é uma febre que me põe lúcida.
Um beijinho e que essa saúde se enrijeça, precisamos de pessoas lúcidas (sem febre, claro)
Olá, Golimix! :)
EliminarQuem me dera que a porcaria da pneumonia já se tivesse ido embora de vez! Já não estou com muita febre, mas ainda é o suficiente para me deixar "a meia haste"... estou na segunda caixa de antibiótico e tudo está ainda muito, muito indefinido...
Mas eu vou já ver o "não me pisem os calos!". Gostei do título :D Bjo!
O título surgiu de uma conversa entre mim e o "Eu ando às voltas", eu sou uma co-autora, ele é que é o administrador do sítio, que aliás está aberto à participação de quem se sentir pisado ;)
EliminarUm beijinho
ui... quer-me parecer que eu já tratei o "Eu ando às voltas" como se fosse uma ela... ele que me desculpe, mas eu sou mesmo muito distraída, se isso aconteceu...
EliminarEu nunca escrevi em blog nenhum que não fosse meu... nem imagino como se faz isso... acho que este "vício" de ser lobo solitário vai aonde eu nem sequer imaginava :)
Também estou a chegar à conclusão de que já não sei escrever prosa... o pouco que o faço é sempre a protestar por qualquer coisa, quando venho do centro de saúde ou do hospital... ou então, por aqui, nos comments, sem ter tempo para pensar no que digo. Sai-me tudo sem "filtros"; sinto e digo... mas cada vez me doem mais as costas... já nem sei se é da pneumonia ou da coluna que também está toda avariada... mas deve ser ainda da pneumonia... dói-me mais do lado esquerdo...
Acreditas que estou a ver o meu primeiro telejornal desde o dia 2 de Fevereiro? Foi um técnico da Câmara que veio por-me cá uma antena interior porque a antena do prédio não dá nada de nada. Pareço uma palerminha... bem, mas as notícias estão tão mazinhas que eu até tenho vergonha de dizer que estou contente...
Beijinho, Golimix!
Ele não se preocupa =)
EliminarEu primeiro também não sabia o que era escrever em outro blogue, mas a ideia do "Não me pisem os calos" surgiu naturalmente, aqui na blogosfera, pois não o conheço pessoalmente. Eu falei que deveríamos criar um blogue que nos aliviasse da pressão, que servisse como terapia de grupo, ele avançou e eu aderi. Se quiseres participar está no blogue do lado direito e diz PARTICIPAR. O que fazemos lá é sem obrigações, quando estamos MESMO FARTINHOS que nos pisem postamos lá um artigo ;)
Essas dores devem ser ainda da pneumonia. Não se esqueça de beber líquidos mornos e descansar muito.
Eu tenho TV e quase não vejo, as notícias leio na net, pois com filho pequeno não me arrisco a ver o filme de terror que são os Telejornais!
bjoca
Experimento amanhã... faz-me confusão :)))
EliminarAh, eu já te tratei por tu... ou já a tratei...
Bem, eu vou dizer a verdade... para não variar :)) Estou em dois sítios ao mesmo tempo; aqui e no Rádio Horizontes da Poesia, a ouvir a emissão de um amigo. Para os meus 59 anos, já é uma velocidade enorme :) vejo-me aflita para separar os registos de escrita... porque a minha escrita é muito "à flor da pele" , muito a por-me de corpo e alma naquilo que digo... mas tenho de dar muita atenção ao que leio e ao que digo... já volto!
Parece que eu estou a dizer que fico muito tempo a pensar antes de escrever e não é verdade... faltam-me palavras... quando escrevo, tenho de "sentir" por inteiro aquilo que digo. Assim está mais correcto.
Bj!
Maria J.
ResponderEliminarBom o teu "texto". Isto sim, é um texto!E é em prosa.
Se fosse prosa-poética teria uma imagética diferente,
mas é um texto em prosa e muito bem escrito!
"Mas Chamares ao meu poema, "Floresta Negra", escrito nos "7degraus", de "texto poético," me deixou assombrada.
Há pouco alguém me escreveu - "não deixe de escrever, pois a poesia de qualidade está em vias de extinção".
Então, só os clássicos, "alguns muito maus" (não é o teu caso e tu, tal como eu, tens a noção do que escreves)
é que escrevem poesia?
E F. Pessoa, Cecilia Meirelles e tantos outros, escrevem "textos poéticos" ou escrevem poesia?
E eu, pobre de mim, não passo de uma fulana convencida que escreve poesia e afinal escreve "textos poéticos".
E é só isto que tenho a dizer!
Maria Luísa
Não me interpretes mal, amiga! Se eu chamar a um soneto de texto poético, não estou a errar. Mesmo que seja um dos meus sonetos, daqueles que eu gosto mais! Um poema é sempre um texto poético e tu sabes que eu gosto muito da tua poesia. Não disse prosa poética; disse Texto poético e isso é qualquer poema, nem que seja o mais conhecido dos sonetos do próprio Camões.
EliminarA minha noção de Poesia está correcta, mesmo do ponto de vista académico, garanto-te. Por favor, informa-te junto de qualquer especialista e verás que não quis, de maneira nenhuma, chamar "prosa" ao teu poema! Saiu-me assim nem eu sei porquê.... mas podes crer que "texto poético" é sinónimo de "poema" e foi nesse sentido que eu utilizei o termo.
Por favor, fala com alguém que conheças e diz-me se estou errada. Eu tenho esta noção desde muito jovem e garanto-te que tanto o meu avô como o Vitorino Nemésio, a Natália e o Torga usavam a expressão da mesma forma.
Poderia ter sido um engano por eu estar com febre, mas não foi porque eu lembro-me bem do comentário. Em má hora escrevi texto poético, querendo dizer poema. Se soubesse que te ia confundir e aborrecer, podes crer que teria ficado calada. Peço-te, mais uma vez, que confirmes... é uma expressão que eu uso, às vezes, para os meus sonetos, só para não repetir constantemente a mesma palavra...
Perdoa-me se houve aqui uma fricção qualquer ou se a expressão já entrou em desuso. Eu estou convicta de que não.
Abraço "atrapalhado" mas muito sincero.
M.J.
EliminarAcredito em ti, mas tu sabes que a grande maioria (muito grande) desconhece.
Não estás a escrever para gente letrada, mas na grande maioria, para gente que pouco ou nada sabe sobre o assunto.
Assim como os sonetos cheios de trapalhice que pululam por aí e tu já os viste milhentas vezes.
Até mete dó os sonetos idiotas e pomposos sem significado, puxando palavras para rimar.
Foi isso que me desesperou. Te disse e já passou...
numa altura em que tudo quanto escrevo me dá tanta canseira e sofrimento. Que Deus nos valha!
Um abraço e acabou!
Maria luísa
Ainda bem que acreditas, amiga! Fiquei tão atrapalhada que nem imaginas!
EliminarMas passou! Eu esqueço-me de tanta coisa... quando te comento, faço-o só para ti, esqueço-me de que outros vão ler também. É uma daquelas coisas que eu tenho de me esforçar por mudar em mim... este repentismo todo das respostas não é muito bom, embora seja natural em mim. Vou ver se consigo. Eu acho - tenho a certeza! - de que "sinto" da mesma maneira quando respondo aos meus comentários... até com os sonetilhos funciono assim... e, aí, tens razão... sai tudo a mil à hora.
Beijinho e desculpa!
M.J.
EliminarNão há culpas nem desculpas.
Mas lembra-te deste virtual em que escreves.
E muito do que dizes
e muito do que digo
- sem semelhanças -
Não é entendido!
Maria Luísa
Tens razão! Tens toda a razão! Eu lembro-me sempre disso quando toca a não dar erros ortográficos nem sintácticos - e escapam-me bastantes, sem querer... - mas esqueço-me sempre de que podem não me entender ou interpretar de forma errada... para além de tudo aquilo que eu vou dizendo do que se está a passar no meu dia a dia... tens muita razão e eu tenho de começar a ter mais cuidado.
EliminarBjo!
O diálogo é problemático no escrever.
EliminarNão é como falar e expor nossas ideias - não é!
Já tenho sido muito mal compreendida.
E escrever, é o mais difícil que posso fazer.
Foi este o meu destino? Porquê? Quem sabe responder?
Maria Luísa
Não te sei responder, amiga... sei que quando temos dentro de nós o "bichinho da escrita", só um febrão ou muitas dores podem aquietá-lo...durante um tempo. Mas ele volta sempre, até os nossos dias terminarem.
EliminarSe calhar também já fui muitas vezes mal interpretada... não sei se intuo isso e, por isso, passo a vida a pedir desculpa a tanta gente... eu hoje pouco ou nada sei porque estou mesmo a sentir o efeito de tanta infecção junta, uma atrás de outra, há muitos meses.
Nem cheguei a entrar online ontem à noite e, agora, tenho o correio tão cheio que nem sei se vou conseguir responder a mais alguém. Os antibióticos ainda não estão a fazer o seu efeito pleno e eu estou a sentir-me boa "para o lixo"... claro que estou a brincar com a situação. É a melhor forma que conheço de lidar com os meus desconfortos físicos... mas está a custar-me muito concentrar-me nas letras que vejo muito mal e a dor de cabeça é imensa.
Deixo-te um enorme abraço, Maria Luísa.
Te cuida amiga.
EliminarEu tenho uma senhora na Net que me mandou duas fotos dela.
Numa está meio-corpo, na outra está sentada numa cadeira de rodas.
Mandei perguntar, se se levantava da cadeira com auxilio.
Me disse que não, pois está paraplégica do peito para baixo.
Num desastre em que ia só, o carro caíu de uma altura de 3 metros e ela desmaiou.
Caíu em queda livre, sem defesa.
Esteve 4 anos no hospital e fez 11 operações.
Ninguém se queixe de dores aqui e ali...ela não aceita.
Me disse que ninguém na Net sabe como ela está.
E eu a ela, não me posso queixar. Tu também não o poderias fazer.
Pensa nisto e me explica, pois não a percebo e não sei que dizer...
Encontros que eu tenho, na vida real e aqui também.
Não me quero apegar a ela, mas gostava de a conhecer. Vive em Madrid e é da Andaluzia.
Mas ela não tem interesse em me conhecer. Passa o Inverno, numa ilha das Canárias onde é sempre verão.
Mandou-me uma prenda linda quando recebeu meu livro!
Me ajuda a entender!
Mª. L.
A dor pessoal é uma coisa tremendamente complexa, Maria Luísa. Compreendo essa senhora mas acho excessiva essa sua atitude de não aceitar as dores dos outros. Suponhamos que a poríamos diante da realidade porque ainda hoje passam certos prisioneiros políticos que são torturados ou dos milhares de crianças que diariamente morrem de fome e sede... a sua dor seria relativa e, vendo as coisas por essa perspectiva, também ela deveria entendê-lo. Mas compreendo perfeitamente porque entendo a dor humana e até a dor dos não humanos nas suas mais complexas facetas. Mas também esta leitura que fazemos da dor é profundamente subjectiva. Não serei a pessoa ideal para te ajudar a entender isso, até porque não sei como essa pessoa faz a gestão do seu problema pessoal que, repito, é muitíssimo mais complexa do que possa parecer e dependente de muitíssimas variáveis, como todos os estados de diminuição que se traduzem emocionalmente. Mas acho muito bem que tenhas tantos amigos e amigas! Pode ser uma experiência muitíssimo enriquecedora para qualquer um!
EliminarEnorme abraço!
Ela diz ser muito independente e a mim é que me faz
Eliminarconfusão escrever para ela, pois além dessa parte principal que contou, nada mais disse.
Um amigo dela traduziu uns versos meus para castelhano a pedido dela.
Os colocou no blogs principal :
1º. em castelhano e por baixo em português.
Foi uma homenagem e a tradução estava perfeita e linda. Muito romântico o castelhano.
E ficamos por aqui.
Mas houve uma de Lisboa que lhe pedi uma morada
para mandar meu livro e ela não respondeu.
Pedi por 3 vezes e nunca respondeu e dizia amar o que eu escrevia.
Ontem escreveu no Prémios (podes ler e tem o nome de "Miguxa" e lê também a minha resposta.
É mais fácil. Está no Brecht.
Tenho de parar! M.L.
Também eu estou a exceder os meus limites que, hoje, são curtinhos, na proporção inversa da minha força física... daqui a pouco volto lá. Estive lá agora e reli a tua resposta a Brecht... muito bela, muito humana, a tua resposta, amiga...
EliminarEu também penso compreender as pessoas mais "desconfiadas" deste mundo virtual... ninguém pode estar seguro de com quem está a "conversar" e pode sempre haver quem se tente aproveitar para fins menos nobres. Aceito isso com naturalidade. Não te preocupes tanto, amiga. essa pessoa pode mesmo gostar muito do que escreves mas não ser capaz de vencer o seu receio.
Enorme abraço.
Sei que gosta do que escrevo - não tenho dúvidas.
EliminarNão venceu o receio! Acredito.
Lamento, mas não sinto o mesmo que sentia por ela
e deixei de lhe escrever.
Mas sempre que me escreva respondo! Sem ressentimentos, mas ela perdeu a coragem. Absurdo,
a vida á tão curta!
Mª. Luísa
p.s. lamento dizer, mas não posso ir a Grandola.
Não posso arriscar e tenho imensa pena.
Desejo felicidades,
Mª. luísa
Tens razão, Maria Luísa... a vida é demasiado curta para a gastarmos com pequenos receios.
EliminarSó agora te respondo porque, como sabes, tenho estado pior e é-me tremendamente difícil estar sentada a teclar.
Calculei que fosse arriscado, amiga. Compreendo bem.
Havemos de nos encontrar numa outra altura!
Abraço grande!
A febre dá-me para estes erros todos... aquele "porque passam" deveria ser "por que passam"...
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