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A mostrar mensagens de dezembro, 2010

UM POST QUE DÁ IMENSO JEITO TER À MÃO

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Dicionário Enciclopédico Koogan – Larousse  Seleções Librairie Larousse, Paris, 1977 TRABALHAR – v.i. Dedicar-se a uma actividade, Desempenhar um emprego; trabalhar de sol a sol; meu irmão trabalha no Banco do Brasil./ Empregar  esforços: trabalhei por sua eleição para a Academia / Funcionar (com regularidade, ou sem ela): este relógio não trabalha, mas aquele trabalha bem./ - V.t. Executar cuidadosamente, com lavor, com arte; trabalhar um discurso, trabalhar a madeira, o metal// Trabalhar por amor à arte, fazer alguma coisa pelo gosto de fazê-la, sem visar recompensa. Dicionário Enciclopédico Lello Universal Porto – Lello & Irmão, Editores (sem data visível porque o Spirit a fez desaparecer) *** TRABALHAR – v.t. Lavrar, manipular; trabalhar o ferro. Dar trabalho a. Esmerar-se, aplicar-se na execução de; trabalhar um soneto. Atormentar, ralar, afligir; o remorso trabalha-o dia e noite. Pôr em obra. Exercer a sua actividade para fazer, para executar uma coisa. Trabalhar par...

UM ARTIGO[ZINHO] DE OPINIÃO

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  Revolução e inovação na comunicação? Sem dúvida nenhuma! Mas não, não é só isso… o que o Facebook representa é, sobretudo, uma verdadeira “Boite de Pétri” do inter-relacionamento humano! O mais rico “Agar-agar” dos afectos e tensões interpessoais! Oscilo, dividida entre continuar a participar enquanto organismo vivo da cultura facebookiana e a postura distanciada – e muitíssimo divertida… - da observação, do lado de cá do microscópio. Decido-me pela primeira, mantendo um pezinho bem assente no lado do observador desapaixonado. Jamais me deixarei envolver, como aconteceu com a criação dos blogs… sobretudo com o Poetaporkedeusker e o Antoniodesousa. Não sou capaz de fazer mais do que uma coisa importante de cada vez e nem sequer estou muito segura de que o Fb seja, realmente, uma coisa importante para mim e para o meu trabalho neste percurso de vida. Para mim conforme sou. Para o meu trabalho, conforme entendo que ele possa vir a representar, um dia… segundo venho explicando há quase t...

TRATADO DAS PEQUENÍSSIMAS TRAGÉDIAS E JÚBILOS

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        Imaginem que o vosso corpo, de repente, se transforma numa massa de… de  P.V.C.! Não que  não andasse, há uns dias, a dar os seus sinais… ele era o endurecimento das articulações, ele era a falta de destreza e a dificuldade em andar, ele era a lentidão e os desequilíbrios… enfim, nada  que não estivéssemos já habituados a aturar, de tempos a tempos. Mas, naquele dia, era puro P.V.C.! Ficou assim, rijo e sem préstimo, entre a hora do almoço e as 16.30h. Ainda se davam uns passos, claro está, mas não havia fluidez nem harmonia. Eram passos arrancados do fundo da alma e da força de vontade como se a fisiologia se tivesse demitido das suas funções habituais. Conseguem, mesmo, imaginar? Pois é exactamente assim que me estou a sentir. Vai dando para teclar, mas até falar me custa… se não soubesse que isto é, muito provavelmente, uma estranhíssima somatização, juraria que estava com Botulismo, apanhado naquele frasquinho de doce de abóbora que devorei, inteirinho, há uns dias. Bem… pa...