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A mostrar mensagens de junho, 2011

NÃO PAGO, NÃO PAGO E NÃO PAGO!

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  Vocês, que até ganham um bocadinho mais do que cento oitenta e nove euros por mês, pagariam?* Provavelmente estou mesmo com uma infecção urinária alta (com compromisso renal, como todas as poucas que tive…) que não deve ter nada a ver com os banalíssimos Escherechia Coli** que toda a gente vai tendo de quando em vez, porque as minhas - essas poucas que mencionei -  foram inevitavelmente protagonizadas  por bicharocos maquiavélicos e oportunistas, do tipo Proteus Mirabilis … ou pior. Não me parece que seja preciso ser técnico de saúde para se entender que, numa cidadã debilitada ao nível da saúde física, este tipo de infecção seja incomparavelmente mais grave do que num adulto saudável… mas, adiante! A urinocultura vai ser, com toda a probabilidade, inconclusiva porque eu estou a fazer antibioterapia, prescrita no hospital, para uma infecção respiratória. Até aqui,” tant mal que bien”… ninguém tem a culpa deste tipo de azares e, azares, acontecem a qualquer um… aquilo que eu não posso...

O ESPÍRITO DA POESIA E EU

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Casámo-nos num qualquer dia de um mês em que fazia calor, na década de 90 do século passado. Já tínhamos tido algumas aventuras, não nego, e conhecíamo-nos desde os primórdios dos meus dias, mas esta união de corpo e alma, a roçar o desespero do lume da pele e a pedir-nos palavras impossíveis, só se deu nessa altura. No início – todos vocês o entenderão… - foi um estranho encantamento, um coleccionar de beijos rápidos em cópulas desajeitadas e pouco fecundas, um quebrar de rotinas na fronteira da falta de vergonha na cara. Todos repararam, ninguém perdoou mas, bem ou mal interpretado, o romance começara até que a morte nos separasse e nenhum de nós se esforçou demasiado por se fazer ouvir no julgamento sumário a que os outros nos condenaram. Ele há amores que não se podem guardar por dentro dos corpos, mesmo que, somados, os tentemos dividir… este foi um desses. O meu último grande amor, o supremo e definitivo anseio criativo.     (suponho que continue…)   Maria João Brito de Sousa

DE OLHOS BEM ABERTOS...

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Um post só porque eu não consigo encaminhar "isto" para os rascunhos. ... ou para contrastar com o post anterior...

PELA NET, A BRINCAR À CABRA-CEGA...

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Não sei se me autocondene por andar por aí, de olhos tapados, a brincar à Cabra-cega… não sei, mesmo. Afinal de contas, parte do meu tempo poderia ter sido gasto a saltitar de site em site, no sentido de descobrir quem-é-este ou quem-é-aquela… é bem possível que, mais do que uma recusa em enfrentar dificuldades e conflitos, tenha sido uma escolha. Bem possível! Mas, também neste campo, não tenciono perder demasiado tempo em conjecturas. Não retiro uma letra a nada que tenha escrito e, se o fizer, será um mero exercício de revisão gráfica e/ou estética. Para alguns, isto fará de mim uma idiota comodista, para outros, uma Poeta. Para se poder pertencer qualquer das correntes de opinião, será necessário o conhecimento da obra e eu só não admitirei críticas a quem me não tenha lido…   Vamos a isto?     Maria João Brito de Sousa